Às vezes sinto a jornada bem solitária. E depois realizo que na verdade, é assim mesmo que ela é.

Às vezes sinto a jornada bem solitária. E depois realizo que na verdade, é assim mesmo que ela é.

Não podemos nos enganar com a impressão que as companhias nos dão. Elas preenchem os espaços mas não os vazios. E esse vazio só é sentido por alguém que está fora de si! Porque estar cheio de si é estar repleto de presença e amor.

Por vezes, o caminho se torna solo.

Assim como atraímos pessoas para o nosso circulo sagrado nós também as deixamos para cumprirem suas trajetórias e seus processos individuais.

Sinto que quando muda a energia muda também as atrações! Quando se trabalha de forma consciente nessa transformação ela é sentida de forma rápida e intensa.

Nesse afastamento, pode ser que a solitude faça visita. Ela é necessária e é mais percebida quando estamos sem distrações. E isso não é de todo o mal… solitude é presente. É essencial. Uma pessoa que medita e tem este espaço como íntimo, está habituada a este encontro e lar.

Em si. No aqui e agora.

Na presença, tão repleta e completa.

A jornada é longa para o espírito afinal, ninguém escapa da eternidade e a solidão não é maldição é condição. Pessoas vêm e vão. Elas são bálsamos da nossa vida, são essenciais para nossa evolução mas não são parte de nós. Elas deixam um pouco delas e levam um pouco de nós.

É jornalista, e tem a comunicação como aliada. Atuou em Santa Catarina como locutora, apresentadora e repórter nas emissoras SBT e Band. Deixou o jornalismo junto com o estado para se dedicar a outra paixão. Atriz por formação, vive em palco e não dispensa um microfone como locutora e dubladora. Escritora por natureza, tem mania de preencher folhas brancas com textos contagiados por suas inspirações.

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Post Author: Anieli Talon

É jornalista, e tem a comunicação como aliada. Atuou em Santa Catarina como locutora, apresentadora e repórter nas emissoras SBT e Band. Deixou o jornalismo junto com o estado para se dedicar a outra paixão. Atriz por formação, vive em palco e não dispensa um microfone como locutora e dubladora. Escritora por natureza, tem mania de preencher folhas brancas com textos contagiados por suas inspirações.

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